Quem tem mais de 30 anos certamente se lembra do clássico cão de quintal da infância. Aquele que comia o resto do almoço da família, misturado com um pouco de arroz e feijão, nunca ia ao veterinário e, na nossa memória, viveu uma eternidade saudável. Aí hoje, nós compramos a melhor ração, investimos em petiscos nobres e o pet desenvolve alergias ou problemas de peso. Dá um nó na cabeça, não dá?

Afinal, por que parece que os cães de antigamente viviam mais e eram mais fortes?
Primeiro, precisamos olhar para o ambiente. O cachorro da sua avó tinha uma rotina muito diferente: o gasto energético era absurdamente maior, o nível de estresse era mínimo (não havia o confinamento dos apartamentos ou a ansiedade de separação moderna) e os alimentos de décadas atrás tinham muito menos conservantes e aditivos químicos.
Além disso, a medicina veterinária evoluiu. Antigamente, os cães adoeciam e “partiam de velhice”. Hoje, nós sabemos dar nome às doenças como diabetes, problemas renais e cardiopatias, muitas delas ligadas diretamente ao estilo de vida e ao que vai ao prato.
A grande verdade é que nós não queremos apenas que nossos pets vivam muitos anos; nós queremos que eles cheguem à velhice correndo, brincando e sem dor. E o segredo para essa longevidade moderna está na individualidade. O que funciona para o cão do vizinho pode ser um veneno silencioso para o seu.
Seja optando por uma ração de alta performance ou pela transição para a Alimentação Natural (AN) balanceada, o equilíbrio dos nutrientes precisa ser cirúrgico.
Aqui na Vet Dort, nós acreditamos que a comida é o primeiro remédio do corpo. Por isso, contamos com a expertise da Dra. Patrícia Guedes, nossa especialista em Nutrologia Veterinária. Ela analisa o estilo de vida, os exames e a rotina do seu pet para desenhar a dieta perfeita para o organismo dele.
Seu pet merece viver muito, mas com a energia de um filhote. Que tal agendar uma consulta nutrológica com a gente?


